Confiança dos industriais avançou pouco em maio, mostra CNI
Empresários industriais apresentaram pequeno aumento da confiança entre abril e maio, passando de 51,5 pontos para 52,2 pontos. Isso é o que... Leia mais.

Otimismo do consumidor recua após duas altas consecutivas, apura FGV Ibre
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), caiu 4,0 p... Leia mais.

Leve alta nos custos
O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre)... Leia mais.

Usuário:
Senha:


Empresário industrial mais confiante


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), avançou dois pontos na passagem de julho para agosto, atingindo a marca de 59,8 pontos. De acordo com o estudo, a alta no indicador é reflexo da melhora da percepção e das expectativas do empresariado em relação à economia brasileira. Esse é o maior nível do ICEI desde agosto do ano passado, quando o índice chegou a 63,2 pontos.
A pesquisa indica que a indústria segue confiante, uma vez que o ICEI permanece acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança. O índice varia de 0 a 100 pontos. Para esta edição, foram ouvidas 1.542 empresas, das quais 599 de pequeno porte, 582 médias e 361 grandes.
O levantamento revela que o Índice de Condições Atuais - um dos indicadores que compõem o ICEI registrou alta de 3,1 pontos em relação a julho, alcançando 54,2 pontos. Larissa Nocko, economista da CNI, o avanço demonstra que o empresário percebe melhora mais forte e disseminada das condições atuais na comparação com os últimos seis meses. “Os fatores que mais influenciaram esta alta foram a recuperação econômica consistente dos últimos meses e a desoneração de itens que afetam a produção, como é o caso dos combustíveis e da energia”, afirma.
Outro componente do ICEI, o Índice de Expectativas também subiu: alta de 1,5 ponto, para 62,6 pontos. O aumento demonstra otimismo ainda mais forte e disseminado da indústria para os próximos seis meses.