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Construção quer ampliação do Minha Casa


Com temor de uma interrupção da contratação do Minha Casa, Minha Vida no início do próximo ano, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) propôs ao governo a prorrogação, por seis meses, e a ampliação da quantidade de unidades contratadas na segunda etapa do programa habitacional, que termina no fim deste ano.

O novo presidente da CBIC, José Carlos Martins, informou que a meta oficial da segunda etapa do programa é de 2,750 milhões. Como essa previsão está muito próxima de ser atingida, o governo é mais "seletivo", devido à restrição orçamentária, afetando o desempenho do setor da construção.

Para evitar paralisação, Martins defende que o programa seja prorrogado até junho de 2015 e que a meta de 2,750 milhões seja elevada em algo próximo de 350 mil unidades habitacionais. Mas uma decisão sobre o assunto deve sair apenas após as eleições. "O maior problema é a descontinuidade. A prorrogação possibilitaria que o programa continuasse em um período em que a terceira etapa ainda estará sendo discutida pelo Congresso Nacional." A presidente Dilma Rousseff já se comprometeu em contratar três milhões de moradias na terceira etapa do programa, caso seja reeleita.

Lançado em 2009, pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira etapa do programa teve uma meta de um milhão de moradias. Para o período de 2011 a 2014, o valor foi ajustado para 2,750 milhões neste ano porque foi atingida antecipadamente. Um balanço do dia 23 de junho do Ministério das Cidades mostra que apenas na segunda etapa foram contratadas 2,459 milhões. Considerando números desde 2009, foram contratadas 3,465 milhões imóveis.

A CBIC informou ontem que reduziu a expectativa de crescimento do PIB do setor para este ano de 2,5% para algo entre estabilidade e 1%. Para 2015, ainda não há previsão.

Da Redação, original Valor Econômico.