banner_fornecedores

Atividade industrial paulista mostra reação em maio, aponta Fiesp e Ciesp
A indústria paulista de transformação mostrou reação positiva em maio, após dois meses de quedas generalizadas em março e abril. O Levantame... Leia mais.

Confiança empresarial recupera 61% das perdas do bimestre março-abril
O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 16,7 pontos em junho, para 173,6 pontos. Com a segunda q... Leia mais.

Estudo da Juntos Somos Mais mostra a expectativa dos varejistas no pós-crise
Pesquisa realizada pela Juntos Somos Mais, ecossistema do varejo da construção civil, que contempla mais de 75 mil varejistas e mais de 20 e... Leia mais.


Usuário:
Senha:


80% das indústrias de construção pretendem investir em tecnologia até 2020


A Sondagem Especial divulgada nesta segunda-feira (8) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 80% das empresas da indústria da construção pretendem investir em novas tecnologias nos próximos cinco anos. Para 49% das companhias, a forte redução nos custos de produção proporcionados por equipamentos, máquinas, materiais ou processos modernos é um dos fatores que estimulam a compra de novas tecnologias.
Outros 44% acreditam que o estímulo vem da existência de fornecedores e assistência técnica disponíveis na região; 35% destacaram a existência de fontes apropriadas de financiamento; e 33% disseram que o estímulo se dá pela existência de mão de obra qualificada.
Entre os obstáculos aos investimentos em tecnologia, as empresas destacaram no questionário de múltipla escolha as taxas de juros e o câmbio desfavorável à importação (54% das menções), os altos custos de aquisição, manutenção e uso das novas tecnologias (51%), e a falta de mão de obra qualificada para operar a tecnologia (38%).
Na hora de decidir pela compra, os fatores mais considerados pelos empresários são os custos de aquisição e de manutenção das novas tecnologias (78%), a redução dos custos (76%) e o aumento da qualidade da construção (68%).
A Sondagem mostra ainda que, nos próximos cinco anos, as indústrias da construção pretendem investir principalmente em tecnologia da informação. O levantamento foi feito entre 5 e 15 de janeiro com 457 empresas, sendo 130 de pequeno porte, 221 médias e 106 grandes.