banner_fornecedores

Atividade industrial paulista mostra reação em maio, aponta Fiesp e Ciesp
A indústria paulista de transformação mostrou reação positiva em maio, após dois meses de quedas generalizadas em março e abril. O Levantame... Leia mais.

Confiança empresarial recupera 61% das perdas do bimestre março-abril
O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 16,7 pontos em junho, para 173,6 pontos. Com a segunda q... Leia mais.

Estudo da Juntos Somos Mais mostra a expectativa dos varejistas no pós-crise
Pesquisa realizada pela Juntos Somos Mais, ecossistema do varejo da construção civil, que contempla mais de 75 mil varejistas e mais de 20 e... Leia mais.


Usuário:
Senha:


Projeto prevê expansão de 55% na capacidade de geração de energia no Brasil


A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) anunciou recentemente a previsão de investimentos de R$ 1,4 trilhão na expansão da matriz energética no Brasil nos próximos dez anos. A estimativa consta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2024), disponível para consulta pública até o dia 7 de outubro, que prevê a expansão de 55% na capacidade instalada de geração de energia no País até 2024.
Serão adicionados 73 mil MegaWatts (MW) de capacidade instalada no sistema elétrico brasileiro, sendo que 62,1 mil MW serão baseados em fontes renováveis de energia e 11,4 mil MW em fontes não renováveis. Do total previsto, 27,2 mil MW serão de hidrelétricas, 18,9 mil MW de energia eólica e 16,4 mil de outras fontes, como pequenas hidrelétricas, biomassa e solar.
Sobre a origem dos recursos, 70% virão do setor de petróleo e gás, 27% do setor elétrico e cerca de 3% do setor de biocombustíveis.
Entre os principais empreendimentos que deverão entrar em operação nos próximos anos, já contemplados pelo PDE 2024, está a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em construção no Pará.
O plano também estima que a produção de petróleo nacional dobre de 2,5 milhões de barris por dia para cerca de cinco milhões de barris por dia até 2024, sendo que três milhões serão destinados a demanda interna e os outros dois para exportação.
A produção de etanol deverá crescer 52%, passando de 29 bilhões de litros para 44 bilhões de litros por ano. Já a produção de gás natural aumentará de 56 milhões de metros cúbicos por dia para 99 milhões