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FGTS destinou R$ 65 bilhões para habitação em 2015


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou na última quarta-feira (20) o relatório de gestão de 2015. Na reunião, o grupo decidiu postergar para 5 de dezembro a data limite para a aquisição de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Bancário (LCI) com os recursos do fundo.
Em fevereiro, a linha recebeu R$ 10 bilhões para a aplicação em recebíveis, sendo R$ 4 bilhões já liberados em março. As outras duas parcelas, de R$ 3 bilhões cada, teriam prazo limite para agosto e novembro.
O investimento consiste em um título que o FGTS compra dos bancos públicos e privados a uma taxa de juros de 7,5% ao ano. Ao receber o valor, o banco tem de usar o recurso para financiar habitação popular.
Segundo o relatório de gestão do fundo de 2015, foram executados no ano R$ 65 bilhões em habitação, sendo R$ 58 bilhões para habitação popular; R$ 2,5 bilhões em saneamento básico; e R$ 800 milhões em infraestrutura urbana. O subsídio para a compra da casa própria de famílias de baixa renda teve recursos do FGTS de R$ 10,5 bilhões, o maior valor já destinado a essa mobilidade.
O resultado operacional do fundo foi positivo em R$ 13,3 bilhões no ano passado, alcançando um patrimônio total de R$ 457,6 bilhões e um patrimônio líquido de R$ 93,4 bilhões.