banner_fornecedores

Atividade industrial paulista mostra reação em maio, aponta Fiesp e Ciesp
A indústria paulista de transformação mostrou reação positiva em maio, após dois meses de quedas generalizadas em março e abril. O Levantame... Leia mais.

Confiança empresarial recupera 61% das perdas do bimestre março-abril
O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 16,7 pontos em junho, para 173,6 pontos. Com a segunda q... Leia mais.

Estudo da Juntos Somos Mais mostra a expectativa dos varejistas no pós-crise
Pesquisa realizada pela Juntos Somos Mais, ecossistema do varejo da construção civil, que contempla mais de 75 mil varejistas e mais de 20 e... Leia mais.


Usuário:
Senha:


Mesmo com ritmo lento, confiança na construção segue em crescimento


Calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Construção (ICST) variou 0,1 ponto em outubro e chegou aos 74,7 pontos. Apesar do aumento lento, essa é a quarta variação positiva seguida e decorreu exclusivamente da melhora de perspectivas.
"Após quatro meses em alta, o índice que mede a percepção em relação à situação atual dos negócios recuou em outubro. A piora decorre do aumento do número de empresas indicando que a situação está estável, sugerindo que a atividade da construção não está mais em queda, mas mantendo em um patamar baixo", analisa Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do Instituto.
O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, variou 0,6 ponto no mês, alcançando os 85,4 pontos. Dentre os itens que integram o índice, o que mais contribuiu para a alta foi "perspectivas para a demanda nos três meses seguintes", que variou 1,1 ponto na margem.
O Índice da Situação Atual (ISA), por sua vez, caiu 0,3 ponto, chegando aos 64,5 pontos. Os indicadores que medem a situação atual dos negócios e a situação atual da carteira de contratos apresentaram quedas idênticas.
O resultado fez com que a diferença entre o ISA e o IE aumentasse para 20,9 pontos, o maior nível da série. "Este quadro deve permanecer por algum tempo, uma vez que as expectativas estão sendo alimentadas por notícias que ainda não se efetivaram, ou ainda, que não determinaram o início de um novo ciclo de crescimento. Em outubro, o percentual de empresas prevendo redução do total de pessoal ocupado voltou a crescer, interrompendo a melhora observada desde abril do indicador de mão de obra prevista nos três meses seguintes", observa Castelo.
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor chegou a 64,9% em outubro, o que representa um aumento de 0,1 ponto e enfatiza uma relativa estabilização no nível de atividade.