banner_fornecedores

Após três quedas consecutivas, indústria eletroeletrônica registra crescimento
Maio último mostrou-se um mês positivo para a indústria elétrica e eletrônica. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Est... Leia mais.

Monitor do PIB aponta crescimento de 0,7% da atividade econômica em maio
O Monitor do PIB-FGV aponta crescimento de 0,7% da atividade econômica em maio, na comparação com abril, na análise da série dessazonalizada... Leia mais.

Confiança do empresário do comércio volta a crescer após quatro meses, diz CNC
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), após ter alcançado o menor patamar da série histórica n... Leia mais.


Usuário:
Senha:


Projeto quer construir 60 mil moradias de interesse social em SP



O Governo do Estado de São Paulo lançou o programa Nossa Casa, que irá viabilizar a construção de 60 mil moradias para famílias de baixa renda. Executado pela Secretaria Estadual de Habitação, o projeto visa incrementar a produção habitacional e reduzir o preço de casas, apartamentos e lotes de interesse social nos municípios paulistas.

Segundo o secretário estadual de Habitação, Flavio Amary, o Nossa Casa envolve subsídios municipais, estaduais e federais, além da oferta por parte das prefeituras de terrenos para a construção dos empreendimentos. A gestão estadual irá investir R$ 1 bilhão em quatro anos no projeto.

Amary também informou que as moradias e lotes de interesse social serão construídos por meio da iniciativa privada. As unidades terão preços abaixo do valor de mercado para famílias com renda de até três salários mínimos. A prioridade será dada a famílias que recebem auxílio-moradia ou que vivem em áreas de risco.

O Nossa Casa irá oferecer cheques moradias de até R$ 30 mil para as famílias atendidas, que deverão arcar com financiamentos em torno de R$ 60 mil. O valor poderá ser dividido em parcelas de R$ 450 mensais. Dependendo da localização do empreendimento, as parcelas poderão ser menores.

Cerca de 30% das unidades viabilizadas pelo programa serão destinadas às famílias com renda mais baixa. Após o atendimento dessa demanda prioritária, os agentes privados poderão comercializar o restante das unidades a preços reais de mercado.

Os municípios participantes do projeto contribuirão com isenções e adequação de parâmetros urbanísticos próprios para as unidades. Também deverão ser providenciados recursos de infraestrutura urbana nos empreendimentos.

A próxima fase do Nossa Casa acontece nesta semana, quando será realizada uma reunião na capital paulista com os prefeitos interessados em conhecer e aderir ao programa.