banner_fornecedores

Indústria de material de construção tem fevereiro regular, apura Abramat
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) acaba de divulgar a nova edição do Termômetro da Indústria de Mate... Leia mais.

Mortes por choques elétricos aumentam 12% no Brasil, apura Abracopel
Choques elétricos são verdadeiros riscos e o que muitas pessoas não sabem é que eles podem levar à morte. De acordo com Anuário Estatístico ... Leia mais.

Covid-19 causa impacto expressivo na confiança do consumidor em março
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 7,6 pontos em março, para 80,2 pontos, o menor valor desde j... Leia mais.


Usuário:
Senha:


BNDES investiu US$ 10 bi na exportação de serviços de engenharia


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou, em seu Portal na Internet, por meio da iniciativa "Aqui você tem transparência", que, nos últimos 20 anos (entre 1998 e março de 2019), desembolsou US$ 10,499 bilhões para o financiamento da exportação de serviços de engenharia e bens associados para 15 países.

Segundo a entidade, do valor de financiamento, o saldo devedor foi de US$ 3,119 bilhões em 31 de março deste ano. Na mesma data, as prestações em atraso somaram US$ 518 milhões.

Ainda conforme a plataforma do BNDES, de 1998 a março de 2019, os principais destinos para este tipo de exportações financiadas pelo banco são Angola (US$ 3,27 bilhões), Argentina (US$ 2 bilhões), Venezuela (US$ 1,5 bilhão) e República Dominicana (US$ 1,2 bilhão).

Entre 2003 a 2018, os financiamentos para serviços de engenharia e bens associados representaram 1,3% dos desembolsos totais do BNDES, enquanto que 36% corresponderam ao investimento na área de infraestrutura.

Os dados apontam, ainda, que o Fundo de Garantia à Exportação (FGE) – que cobre as garantias prestadas pelo banco, caso o devedor esteja inadimplente – é superavitário, pois recebeu, entre 1998 (data de sua criação) e março de 2019, US$ 1,313 bilhão em prêmios e pagou US$ 546 milhões em indenizações, mesmo com os atrasos recentes. Com isso, o saldo positivo ficou em US$ 767 milhões.