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Vendas de cimento acumulam alta de 0,9% nos quatro primeiros meses do ano



As vendas de cimento no Brasil registaram em abril um total de 4,4 milhões de toneladas, um aumento de 0,2% em relação ao mesmo mês de 2018, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Com esse resultado, no acumulado dos quatro primeiros meses do ano o crescimento é de 0,9%, totalizando 17 milhões de toneladas.
No mês, as vendas internas por dia útil - que considera o número de dias trabalhados e tem forte influência no consumo de cimento - apresentaram alta de 0,6% em relação a março e redução de 1,9% sobre abril de 2018. Já nos últimos 12 meses (maio de 2018 a abril de 2019), as vendas acumuladas atingiram 53 milhões de toneladas de cimento, uma redução de 0,6% em comparação com o mesmo período anterior (maio de 2017 a abril de 2018).
Paulo Camillo, presidente do SNIC, explica que o mês de abril teve uma ligeira piora com relação aos meses anteriores. “O desempenho de abril foi abaixo do crescimento apresentado no início do ano. As vendas até o mês de abril estavam numa ascendente, deixando a base alta para comparação. Para maio, esperamos uma expansão mais robusta, já que no mesmo mês de 2018 tivemos um volume de vendas baixo devido a greve dos caminhoneiros”, completa o executivo.
Já o consumo aparente de cimento em abril, que compreende as vendas internas mais as importações, totalizaram 4,4 milhões de toneladas, uma queda de 0,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Entretanto o acumulado no primeiro quadrimestre cresceu 0,8%. Ao comparar o acumulado nos últimos 12 meses (maio de 2018 a abril de 2019), a queda no consumo atingiu 0,9% em relação ao mesmo período anterior (maio de 2017 a abril de 2018).
Os indicadores econômicos ainda não estão apontando uma trajetória definida, trazendo incertezas no exercício de projeção de demanda. “Ao mesmo tempo em que temos bons indicadores de financiamentos imobiliários, temos um sofrível desempenho das obras de infraestrutura, que não demonstram recuperação. A aprovação da Reforma da Previdência, junto com outras medidas pró-mercado, suficientes para estabilizar a razão dívida/PIB podem deixar o ambiente mais positivo. No nosso cenário de referência, mantemos a projeção de crescimento de 3% para 2019”, afirma o presidente da entidade.

Fonte: Revista Anamaco