banner_fornecedores

Atividade industrial paulista mostra reação em maio, aponta Fiesp e Ciesp
A indústria paulista de transformação mostrou reação positiva em maio, após dois meses de quedas generalizadas em março e abril. O Levantame... Leia mais.

Confiança empresarial recupera 61% das perdas do bimestre março-abril
O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 16,7 pontos em junho, para 173,6 pontos. Com a segunda q... Leia mais.

Estudo da Juntos Somos Mais mostra a expectativa dos varejistas no pós-crise
Pesquisa realizada pela Juntos Somos Mais, ecossistema do varejo da construção civil, que contempla mais de 75 mil varejistas e mais de 20 e... Leia mais.


Usuário:
Senha:


Confiança da construção cresce em junho, diz FGV


O Índice de Confiança da Construção (ICST), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 2,1 pontos em junho na comparação com maio, chegando a 82,8 pontos. A alta foi influenciada tanto pela melhora da situação atual quanto das expectativas para os próximos meses.

“A confiança do empresário da construção vem oscilando bastante desde janeiro, refletindo o ambiente de incertezas elevadas para o investimento. O semestre termina com uma melhora significativa dos indicadores, mas que não repõe as perdas dos últimos meses. Assim, a percepção dominante é que ao longo do semestre a atividade encolheu e aumentou o pessimismo”, avaliou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

O Índice de Situação Atual, que apura a confiança do empresário da construção no momento presente, aumentou 1,2 ponto no mês de junho e alcançou 73,6 pontos. O indicador foi impactado pela percepção de melhora dos empresários sobre a situação atual da carteira de contratos, que subiu 1,4 ponto e atingiu 72,1 pontos, e da melhora da situação atual dos negócios, que avançou 1,1 ponto, para 75,3 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-CST) – cálculo da confiança do empresário da construção para os próximos meses – cresceu 3,1 pontos, chegando a 92,5 pontos. O resultado se deve tanto ao indicador de demanda prevista, que avançou 3,8 pontos e chegou a 93,2 pontos, quanto pelo indicador de tendência dos negócios, que aumentou 2,4 pontos, alcançando 91,9 pontos e interrompendo uma queda de quatro meses consecutivos.

Além disso, o Nível de Utilização da Capacidade do setor (Nuci) teve alta de 2 pontos percentuais e alcançou 68,3%.