banner_fornecedores

Indústria de material de construção tem fevereiro regular, apura Abramat
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) acaba de divulgar a nova edição do Termômetro da Indústria de Mate... Leia mais.

Mortes por choques elétricos aumentam 12% no Brasil, apura Abracopel
Choques elétricos são verdadeiros riscos e o que muitas pessoas não sabem é que eles podem levar à morte. De acordo com Anuário Estatístico ... Leia mais.

Covid-19 causa impacto expressivo na confiança do consumidor em março
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 7,6 pontos em março, para 80,2 pontos, o menor valor desde j... Leia mais.


Usuário:
Senha:


Confiança da construção cresce em junho, diz FGV


O Índice de Confiança da Construção (ICST), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 2,1 pontos em junho na comparação com maio, chegando a 82,8 pontos. A alta foi influenciada tanto pela melhora da situação atual quanto das expectativas para os próximos meses.

“A confiança do empresário da construção vem oscilando bastante desde janeiro, refletindo o ambiente de incertezas elevadas para o investimento. O semestre termina com uma melhora significativa dos indicadores, mas que não repõe as perdas dos últimos meses. Assim, a percepção dominante é que ao longo do semestre a atividade encolheu e aumentou o pessimismo”, avaliou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

O Índice de Situação Atual, que apura a confiança do empresário da construção no momento presente, aumentou 1,2 ponto no mês de junho e alcançou 73,6 pontos. O indicador foi impactado pela percepção de melhora dos empresários sobre a situação atual da carteira de contratos, que subiu 1,4 ponto e atingiu 72,1 pontos, e da melhora da situação atual dos negócios, que avançou 1,1 ponto, para 75,3 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-CST) – cálculo da confiança do empresário da construção para os próximos meses – cresceu 3,1 pontos, chegando a 92,5 pontos. O resultado se deve tanto ao indicador de demanda prevista, que avançou 3,8 pontos e chegou a 93,2 pontos, quanto pelo indicador de tendência dos negócios, que aumentou 2,4 pontos, alcançando 91,9 pontos e interrompendo uma queda de quatro meses consecutivos.

Além disso, o Nível de Utilização da Capacidade do setor (Nuci) teve alta de 2 pontos percentuais e alcançou 68,3%.