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Indústria de material de construção tem retração em cenário econômico instável



A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou, em 18 de março, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) sobre faturamento e emprego na indústria de material de construção.
Segundo o levantamento, em fevereiro, o faturamento deflacionado total estimado da indústria de material de construção registrou retração de 1,0% em relação a janeiro, já ajustado sazonalmente. Em comparação ao mesmo mês de 2019, houve queda de 4,3%. No resultado acumulado de 12 meses, o crescimento é de 0,8% em relação aos 12 meses anteriores. Com o resultado, o acumulado neste primeiro bimestre apresentou queda de 2,2% em relação aos mesmos meses do ano passado. Para o ano está mantida a estimativa de crescimento de 4%, pois ainda não é possível estimar a dimensão dos efeitos das recentes externalidades como o COVID-19 no setor.
Nesse cenário, o emprego formal da indústria apresentou em janeiro alta de 0,6% em relação a dezembro/19, já realizado o ajuste sazonal. Com relação a janeiro do ano passado, houve crescimento de 0,4%. Mesmo com isso, o acumulado em 12 meses ainda é negativo, em 0,2%.
Vistos em conjunto, os dados já apontam reflexos da instabilidade do cenário econômico atual. A deflagração da pandemia de coronavírus tem tido efeitos negativos na economia mundial e no Brasil. Além da grande instabilidade nos mercados financeiros, há também um temor de paralisação da atividade econômica por conta dos efeitos da pandemia sobre as cadeias globais de valor. Aguardaremos os desdobramentos da situação para avaliar seus reais impactos no setor e encaminharemos nossas propostas para mitigar esses impactos no setor ao Governo”, pondera Rodrigo Navarro, presidente executivo da Abramat.

Fonte: Revista Anamaco