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Nível de ocupação sobe



A taxa de desemprego foi de 14,1% no trimestre encerrado em novembro, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi o mais alto para esse trimestre móvel desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Em relação ao trimestre encerrado em agosto (14,4%), o cenário é de estabilidade. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (11,2%), o aumento é de 2,9 pontos percentuais. O número de desempregados foi estimado em 14 milhões.
Já o número de pessoas ocupadas aumentou 4,8% no trimestre encerrado em novembro e chegou a 85,6 milhões. São 3,9 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho em relação ao trimestre anterior. Com isso, o nível de ocupação subiu para 48,6%.
De acordo com Adriana Beringuy, analista da pesquisa, o crescimento da ocupação é explicado pelo retorno das pessoas ao mercado de trabalho após a flexibilização das medidas adotadas para combate da pandemia de Covid-19 e pela sazonalidade de fim de ano, especialmente no comércio.
O levantamento mostra que o aumento na ocupação atingiu nove dos dez grupos de atividades, mas foi mais intenso no Comércio: mais 854 mil pessoas passaram a trabalhar no setor no trimestre encerrado em novembro.
A Indústria Geral (4,4%, ou mais 465 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,6%, ou mais 427 mil pessoas) também se destacaram no aumento da população ocupada. Esse processo de absorção de trabalhadores também avançou em outros setores, como Construção (8,4%, ou mais 457 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,9%, ou mais 238 mil pessoas) e Alojamento e alimentação (10,8%, ou mais 400 mil pessoas).
Já o contingente total de pessoas ocupadas no País caiu 9,4% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2019, o que representa uma redução de 8,8 milhões de pessoas.